No dia do Centenário da Batalha de La Lys: 9 de Abril de 1918 – 9 de Abril de 2018

P1390837-001No dia do centenário da Batalha de La Lys o Projecto 100 Anos 100 Árvores plantou 1 árvore no Jardim 9 de Abril na Freguesia da Estrela em Lisboa.P1390832-001P1390827-001Esta plantação, de um exemplar de Araucaria heterophylla, resultou de uma parceria com a Junta de Freguesia da Estrela e a Câmara Municipal de Lisboa. Participaram nesta cerimónia o Presidente da Junta de Freguesia da Estrela, Luís Newton e o Director do Museu Nacional de Arte Antiga, António Filipe Pimentel. Fomos ainda ajudados pelas crianças do Centro de Bem Estar Infantil das Janelas Verdes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Estiveram igualmente presentes dois representantes da Junta de Freguesia da Penha de França: Maria Capitolina Marques e Patrícia Ribeiro. P1390841-001A árvore, Araucaria heterophylla, oferecida pela Câmara Municipal de Lisboa.P1390849O nosso obrigado a Anna Patrício e aos jardineiros da Freguesia da Estrela.P1390871

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Plantação de 5 árvores no Jardim da Fundação Gulbenkian (27 Março 2018)

No dia 27 de Março de 2018 foram plantadas 5 árvores no Jardim Gulbenkian. A primeira árvore foi plantada pelo Dr. Guilherme d’Oliveira Martins, Administrador Executivo da Fundação Calouste Gulbenkian. Foram plantados 2 exemplares de Populus nigra L. (Álamo Negro) e 3 exemplares de Populus nigra L. ‘Italica’ (Choupo Lombardo). As árvores receberam a seguinte numeração no âmbito do Projecto 100 Anos 100 Árvores – Centenário da Grande Guerra: Nº 61, Nº 62, Nº 63, Nº 64 e Nº 65.

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Dr. Guilherme d’Oliveira Martins planta a Árvore Nº 61, um Álamo Negro (Populus nigra).

Os nossos agradecimentos ao Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian pelo acolhimento dado ao projecto 100 Anos 100 Árvores. Estendemos o nosso obrigado ao Dr. António Morgado Fonseca, da Fundação Gulbenkian, e ao Arq. Paisagista João Mateus responsável pelo Parque Gulbenkian e que nos ajudaram na organização desta cerimónia.P1390756Arquitecto Paisagista João Mateus participando na plantação da Árvore Nº 6120180328_010823P1390783P1390787P1390791P1390801P1390804P1390816

A equipa de jardineiros que executou os trabalhos preparatórios junto da árvore Nº 62, um Álamo Negro. Os nossos agradecimentos igualmente para o Jardineiro-Chefe da Fundação Calouste Gulbenkian, Sr. António Manuel Graça, e a toda a sua equipa dedicada.

Plantação de 16 árvores no Miradouro do Monte Agudo (21 de Março de 2018)

P1390713Hoje, 21 de Março de 2018 foram plantadas 16 árvores no jardim do Monte Agudo numa parceria com a Junta de Freguesia de Arroios e a Câmara Municipal de Lisboa.

Os voluntários e colaboradores do Projecto 100 Anos 100 Árvores plantaram 16 ciprestes em memória de todos aqueles que estiveram envolvidos na frente de Guerra em África, nomeadamente Angola e Moçambique. As árvores receberam a numeração Nº 45, Nº 46, Nº 47, Nº 48, Nº 49, Nº 50, Nº 51, Nº 52, Nº 53, Nº 54, Nº 55, Nº 56, Nº 57, Nº 58, Nº 59 e Nº 60 . Participaram nas plantações os alunos da vizinha Escola Básica Sampaio Garrido localizada na Praça das Novas Nações (antigo Bairro das Colónias). Os nossos agradecimentos à Presidente da Junta de Freguesia de Arroios, Margarida Martins e à Arquitecta Teresa Travassos da CML por toda a colaboração.

As 16 árvores foram gentilmente oferecidas pelos Viveiros PLANTA LIVRE.

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Um grupo de alunos leu o Poema das Árvores de António Gedeão:

As árvores crescem sós. E a sós florescem.
Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.
Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.
Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes,
e as sementes preparam novas árvores.
E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.
Sós.
De dia e de noite.
Sempre sós.
Os animais são outra coisa.
Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,
fazem amor e ódio, e vão à vida
como se nada fosse.
As árvores, não.
Solitárias, as árvores,
exauram terra e sol silenciosamente.
Não pensam, não suspiram, não se queixam.
Estendem os braços como se implorassem;
com o vento soltam ais como se suspirassem;
e gemem, mas a queixa não é sua.
Sós, sempre sós.
Nas planícies, nos montes, nas florestas,
A crescer e a florir sem consciência.
Virtude vegetal viver a sós
E entretanto dar flores.

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Plantação das árvores Nº 42, Nº 43 e Nº44 no Jardim da Estrela (11 Novembro 2017)

P1380157Hoje, 11 de Novembro de 2017, dia do Armistício, foram plantadas 3 árvores no Jardim da Estrela em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa.

Quando batiam as 11 badaladas nos campanários da Basílica da Estrela os voluntários e colaboradores do Projecto 100 Anos 100 Árvores concluíam simbolicamente a plantação de um Freixo (Fraxinus excelsior) – árvore Nº 42.

P1380142Para a plantação deste Freixo contámos com a colaboração de Rosa Casimiro, em representação da Plataforma em Defesa das Árvores, e descendente de um antigo combatente na Grande Guerra: o seu avô Augusto Casimiro.

P1380151De seguida foi plantada a árvore Nº 43 – Brachychiton acerifolius – pelo representante da Associação Lisboa Verde, João Pinto Soares.

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P1380213João Ceregeiro, em representação da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas – APAP – plantou a árvore Nº 44, um exemplar de Bauhinia candicans. Esta plantação foi concluída com uma ajuda empenhada de João Pinto Soares (na imagem).

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P1380187A plantação destas árvores contou ainda com a participação de alguns voluntários – jovens utentes do Jardim da Estrela que de forma espontânea se associaram aos trabalhos de plantação: enchimento das covas e rega.

P1380190Devemos um grande obrigado ao jardineiro-chefe Sr. Guilherme Teixeira e a toda a sua equipa de jardineiros: Sr. Agostinho, Sr. Pedro e Sr. Francisco.

P1380192Os nossos agradecimentos também para a Engenheira Maria Zeverino do Departamento de Estrutura Verde da CML que organizou os trabalhos preparatórios e aprovisionamento da árvores.

P1380128[Os jardineiros Sr. Agostinho e Sr. Pedro a preparar a cova para a plantação do Freixo]

A inauguração da Plantação das Árvores Nº 24 a Nº 33 na Rua Heróis de Quionga

CipresteNo dia 15 de Maio de 2017 foi inaugurado pelo Presidente da CML, Fernando Medina e pela Presidente da Junta de Freguesia de Arroios, Margarida Martins, o novo espaço público em memória das vítimas da Grande Guerra na Rua Heróis de Quionga. A cerimónia foi aberta com a plantação simbólica de uma das árvores – cipreste – por Fernando Medina que contou com a ajuda de alunos do Externato Passos Manuel. Participou ainda no evento a Presidente da Junta de Freguesia da Penha de França, Ana Sofia Dias. O Grupo de Cavaquinhos da Academia Sénior de Arroios animou a cerimónia.

SAMSUNG CSCO nosso agradecimento à equipa da Freguesia de Arroios que colaborou com o Projecto 100 Anos 100 Árvores assim como ao Departamento dos Espaços Verdes da CML que ofereceu todos os arbustos e árvores. Foram plantados 7 abrunheiros de jardim e 3 ciprestes que correspondem às árvores nº 24, nº 25, nº 26, nº 27, nº 28, nº 29, nº 30, nº 31, nº 32 e nº 33. Participaram igualmente na cerimónia os arquitectos paisagistas do projecto:  Frederico Vital Soares, Maria Telles e Sebastião Carmo Pereira. Foram também inaugurados dois bancos de jardim com frases retiradas de diários de soldados que estiveram em Quionga, Moçambique: Carlos Selvagem e António Cértima [pesquisa cortesia do Historiador Aniceto Afonso].

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CONVITE: inauguração do novo espaço público em memória da Grande Guerra

Inauguração da nova Praceta Arborizada na Rua Heróis de Quionga, no próximo dia 15 de Maio, 2ª feira, pelas 10:30, na Rua Heróis de Quionga, 13-15.

Este nosso projeto resulta de uma candidatura bem sucedida ao Orçamento Participativo da Junta de Freguesia de Arroios, e de uma parceria com a Câmara Municipal de Lisboa.

Com a criação deste novo espaço público, e da plantação de 10 árvores, assinalamos o Centenário da Grande Guerra recordando que o conflito mundial atingiu o Continente Africano, nomeadamente Quionga, uma localidade situada junto da foz do rio Rovuma no norte de Moçambique.

Nesta cerimónia vamos também celebrar os valores do Espaço Público e da Democracia Participativa num arruamento que é o primeiro exemplo de toponímia da Grande Guerra em Lisboa (Deliberação Camarária: 23/11/1916).

Contaremos com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina e da Presidente da Junta de Freguesia de Arroios, Margarida Martins.

O paquete Durham Castle” prestes a largar com destino a Moçambique Cais da Rocha do Conde de Óbidos, Alcântara, Lisboa-Anselmo.Franco-11-Set-1914

Cais de Santa Apolónia. Embarque de tropas expedicionárias para Moçambique. Lisboa, 11 de Setembro de 1914. Fonte: Arquivo Municipal Fotográfico de Lisboa.