Plantação da Árvore Nº 11

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Prof. António Filipe Pimentel, Director do MNAA dando início à plantação da Magnólia

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Joana Bolacha, trineta do antigo combatente da Grande Guerra Belmiro Luis da Silva

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Dra. Conceição Borges de Sousa, MNAA

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Plantação da Árvore Nº 11

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Hoje, dia 16 de Março de 2016, no Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), foi plantada a Árvore Nº 11 – uma Magnólia (Magnolia grandiflora) pelo Director do MNAA, Prof. António Filipe Pimentel e por Carlos Bolacha e Joana Bolacha, respectivamente bisneto e trineta de Belmiro Luís Silva, antigo soldado da Grande Guerra. A esposa de Carlos Bolacha, Maria Ana Cunha que não pode estar presente, é sobrinha-neta de um antigo soldado da Grande Guerra: o Sr. Manuel Mendonça Machado. Participaram ainda na plantação a Dra. Conceição Borges de Sousa do MNAA, João Pinto Soares da Associação Lisboa Verde e Fernando Jorge da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa entre outros convidados.

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O Sr. Carlos Bolacha mostrando fotografias de Belmiro Luís da Silva e de Manuel Mendonça Machado ao Director do MNAA

O nosso agradecimento a toda a equipa do MNAA, em particular a Jaime Manuel Patrício que organizou na perfeição todos os trabalhos prévios no jardim com a ajuda do Sr. Victor.

Esta árvore foi gentilmente patrocinada pelas famílias dos antigos combatentes Belmiro Luís Silva e Manuel Mendonça Machado.

 

CONVITE: 16 de Março, 15:00, cerimónia de plantação da Árvore Nº 11

MNAANa próxima 4ª feira, dia 16 de Março de 2016 às 15:00, terá lugar a cerimónia de plantação da Árvore Nº 11 no jardim do Museu Nacional de Arte Antiga.
Vamos plantar uma Magnólia – Magnolia grandiflora – com o Director do Museu Nacional de Arte Antiga, Dr. António Filipe Pimentel e a sua equipa do Museu.
Esta plantação é patrocinada pelas famílias de dois antigos combatentes da Grande Guerra: Belmiro Luís da Silva (família Bolacha) e Manuel Mendonça Machado (família Correia da Cunha).
O acesso ao jardim é feito pela porta lateral do Museu na Rua das Janelas Verdes, frente ao Largo Dr. José de Figueiredo. Esta cerimónia é aberta a todos os cidadãos.
Que as grandes e perfumadas flores brancas da Magnólia sejam um monumento vivo à PAZ.

Aniceto Afonso: «abrir janelas de informação e de visibilidade»

Grande Guerra – Homenagem aos Combatentes Portugueses

Neste dia em que se perfazem cem anos sobre a declaração de guerra da Alemanha a Portugal, em 9 de Março de 1916, é tempo de prestar homenagem a todos os portugueses que se bateram nos campos de batalha de África e da Europa, na defesa da sua Pátria e em prol da Liberdade, em especial aqueles que caíram e deram a vida por Portugal.

Além de defenderam o território nacional, incluindo as ilhas atlânticas, os soldados portugueses estiveram presentes na frente de Angola, em 1914-1915; em Moçambique, entre 1914 e 1918; e em França, em 1917 e 1918.

Para Angola e Moçambique, Portugal organizou várias expedições militares e para França constituiu um Corpo Expedicionário Português (C.E.P.). Foram ainda empenhados efetivos da Marinha, que participaram nas operações do Sul de Angola e do Norte de Moçambique, assim como na defesa das costas de Portugal, na defesa das rotas dos Açores e da Madeira e dos portos nacionais, e na segurança dos transportes marítimos utilizados pelas forças portuguesas. Contam-se também alguns dos pioneiros da aviação portuguesa, que serviram nas forças francesas, e ainda um Corpo de Artilharia Pesada Independente (CAPI), que apoiou forças francesas em diversas situações, durante alguns meses do ano de 1918.

Portugal mobilizou mais de 100.000 homens, dos quais mais de 18.000 para Angola, cerca de 30.000 para Moçambique, e mais de 56.000 para França.

Em todas as frentes se travaram combates, mas os efectivos portugueses só participaram numa batalha, a Batalha de La Lys, na Flandres, no dia 9 de Abril de 1918.

No total, Portugal perdeu 7.760 homens, a que se somam mais de 16.000 feridos e mais de 13.000 prisioneiros e desaparecidos.

As circunstâncias em que as forças portuguesas foram empenhadas mais realça o esforço e a capacidade de muitos quadros e o espírito de sacrifício das tropas em geral, graças aos quais foi possível a Portugal cumprir os objetivos principais da sua participação na Guerra – conservar os territórios coloniais sob domínio português e garantir a participação de Portugal, como beligerante activo, na Conferência da Paz.

Pelo tempo já passado, tende a memória colectiva a diluir a lembrança desses sacrifícios, pelo que se torna necessário abrir janelas de informação e de visibilidade sobre o que foram as vidas e o destino dos milhares de portugueses que se bateram e se sacrificaram por Portugal. Só assim será estabelecida uma relação sentimental entre os portugueses de hoje e a memória daqueles que, na Grande Guerra, lutaram e deram a vida pela sua Pátria, assegurando que eles não serão esquecidos.

Aniceto Afonso

9 de Março de 2016

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O Historiador Aniceto Afonso instalando a placa de um Sobreiro, Árvore que recebeu o Nº 9

Plantação das Árvores Nº 8, Nº 9 e Nº 10

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Historiador Aniceto Afonso na plantação da Árvore Nº 8

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Arquitecta Margarida Cancela de Abreu, da Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas

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Dra. Teresa Oliveira, Directora do Castelo de S. Jorge na plantação da Árvore Nº 8

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O Arq. Sebastião Carmo Pereira e o Historiador Aniceto Afonso na plantação da Árvore Nº 9

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O Historiador Aniceto Afonso concluindo a plantação da Árvore Nº 10 junto do Castelejo

Plantação das Árvores Nº 8, Nº 9 e Nº 10

 

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Árvore nº 8: Sobreiro plantado pela Presidente da EGEAC, Dra. Joana Gomes Cardoso, na Praça de Armas do Castelo de São Jorge

Hoje, dia 9 de Março de 2016, no Castelo de São Jorge, foram plantadas as Árvores Nº 8, Nº 9 e Nº 10 – três exemplares de Sobreiro (Quercus suber) pela Presidente da EGEAC, Dra. Joana Gomes Cardoso, pelo Historiador Aniceto Afonso e pela Vice-presidente da Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas, Arquitecta Margarida Cancela de Abreu.

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Árvore nº 9: Sobreiro plantado pelo Historiador Aniceto Afonso no Castelo de São Jorge

Participaram também na plantação dos sobreiros a Directora do Castelo de São Jorge, Dra. Teresa Oliveira, o Presidente da Liga dos Combatentes Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, o Presidente da Associação Lisboa Verde, João Pinto Soares e a Presidente da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa, Manuela Correia entre muitos outros convidados.

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Árvore nº 10: Sobreiro plantado pela Directora do Castelo de São Jorge, Dra. Teresa Oliveira

Queremos agradecer a toda a equipa do Castelo de São Jorge o bom acolhimento dado ao projecto, incluindo todos os trabalhos preparatórios para que fosse possível plantar estas belas e jovens árvores em nome da Paz. Os sobreiros, a nossa árvore nacional, foram gentilmente oferecidos pela APAP-Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas.

CONVITE: 9 de Março, 15:00 cerimónia de plantação das árvores Nº 8, Nº 9 e Nº 10

CONVITE-9-Março-2016-15H-Castelo-S-Jorge_100 ANOS 100 ÁRVORES Na próxima 4ª feira dia 9 de Março, às 15:00, terá lugar uma cerimónia oficial de plantação de 3 árvores no Castelo de São Jorge em Lisboa. Numa parceria com a EGEAC iremos plantar 3 sobreiros – Quercus suber – 1 árvore por cada 1 dos anos em que Portugal esteve no conflito mundial.

A Presidente da EGEAC, Dra. Joana Gomes Cardoso, o Arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles e o Historiador Aniceto Afonso irão plantar as árvores Nº 8, Nº 9 e Nº 10.

Foi exactamente há 1 século – no dia 9 de Março de 1916 – que Portugal entrou oficialmente na Grande Guerra. Cabe a todos nós no presente prestar a devida homenagem a todas as vítimas num acto simbólico em nome da Paz.